radio Atlantec Sea
terça-feira, 30 de outubro de 2012
INGRATIDÃO
Não merecem
Guarde-se do mal e defenda-se dele com a realização do bem operante. O mal não merece consideração.
Há muito que fazer, valorizando a oportunidade de serviço que surge inesperada.
A intriga não merece a atenção dos seus ouvidos.
A injúria não merece o respeito da sua preocupação.
A ingratidão não merece o zelo da sua aflição.
O ultraje não merece o seu revide verbalista.
A mentira não merece a interrupção das suas nobres tarefas.
A exasperação não merece o seu sofrimento.
A perseguição gratuita não merece a sua solicitude.
A maledicência não merece o alto-falante da sua garganta.
A inveja não merece o tempo de que você necessita para o trabalho nobre.
Os maus não merecem a sua inquietação.
Entregue-os ao tempo benfazejo.
Abra os braços ao dever, firme-se no solo do serviço, abrace-se à cruz da responsabilidade, recordando o madeiro onde expirou o Cristo e, em perfeita magnitude, desafie a fúria do mal.
O lídimo cristão é fiel servidor.
Você tem somente um amo a quem prestará contas: Jesus!
Preocupado com o que deve fazer, não pare a escutar os que não têm o que fazer ou nada querem fazer.
Transformando-se em antena viva da inspiração superior, registre o ensinamento evangélico do amor, no coração, viva-o na ação e prossiga sem medo.
André Luis
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Aprimoramento
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Sons melodiosos encantam quem os consegue ouvir.
O pássaro mais simples, em cores e corpo, é, muitas vezes, o que traz mensagens mais divinas.
Por todo o lado a simplicidade e a exuberância.
Por todo o lado o que mais agrada, por ser ou parecer melhor.
E em todo o lado o insignificante que ninguém quer, por vezes que nem sequer se olha.
Passamos assim, ano após ano – seja na família, seja no trabalho, seja como indivíduo – passamos o nosso tempo de vida apreciando e valorizando o que nos parece melhor.
Tantas vezes – mas tantas – está ao nosso lado o exemplo que deveríamos seguir.
Quantas vezes até nos rimos da insignificância de alguns que se aproximam de nós.
E quantas vezes os enxotamos – sim, até “enxotamos” pessoas.
Porém, deveríamos estar mais atentos porque na figura mais simples e humilde brilha por vezes uma luz, nos seus olhos e no seu coração, que nós ainda não temos e, quem sabe, se ainda não estamos longe de conseguir brilhar assim na escuridão com que nos deixamos rodear.
Deveríamos encontrar a linha recta em nós – a que nos conduz sempre em frente e na expansão de nós.
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