radio Atlantec Sea

terça-feira, 17 de março de 2015

QUE É CURA PELO ESPÍRITO?


O mundo não tem necessidade de uma nova religião, nem uma nova filosofia.
O que o mundo necessita é de cura e renovação. O mundo necessita de homens que, pela sua entrega a Deus, sejam tão repletos pelo Espírito que possam tornar-se instrumentos pelos quais outros sejam curados; porquanto a cura é importante para todo homem. (...)

(...) Quase que somos levados a crer que a medicina, dentro do próximo meio século, consiga debelar todas as doenças físicas até hoje conhecidas, de maneira que pouco serviço sobraria para os curadores espirituais, no plano dos males corporais.

Entretanto a medicina não resolverá os problemas da vida humana e do mundo - e isto pela razão precípua por que o problema da humanidade não é, propriamente, um problema de doença. A doença é apenas um dos numerosos aspectos criados pelas desarmonias e dissonâncias da vida. O progresso da medicina não suplantará jamais a necessidade de cura pelo espírito; não creio que, mesmo que a cura física seja eficiente, os seus processos curativos consigam revelar ao homem a sua própria alma. Isto será tarefa do curador espiritual. Porquanto, faremos a experiência de que o homem continuará a sofrer todas as dissonâncias de caráter físico, mental, moral e financeiro. O homem não possuirá ainda paz em si mesmo. (...)

(...) A redenção do mundo pela cura espiritual virá, em última análise, através de um homem individual, tu e eu, aqui e acolá, através dos frutos da vida de alguém que leve um amigo ou conhecido a buscar compreensão espiritual, compreensão que, por fim, se estenderá até o mais distante habitante da rua, até que também ele resolva fazer o mesmo.

Cada homem individual é um fiozinho nessa trama, um elo nessa cadeia. Cada um é um raio parcial dessa luz universal. Ninguém pode ser mais do que isto. Um é usado aqui, outro acolá. Cada um contribui com a sua parcela para completar o Todo. Toda a vez que se realiza uma cura, em ti ou em outro, é um benefício para a humanidade. Cada cura individual aproxima o mundo do recolhimento da luz espiritual. (...)

(...) Essa transformação depende da tua irrestrita entrega a Deus, através do teu pensar, meditar e amar. (...)

Do Livro a Arte de Curar pelo Espírito
Joel S. Goldsmith

domingo, 15 de fevereiro de 2015

História do Carnaval

História do carnaval e suas origens

A história do carnaval tem suas origens na Antiguidade, sendo uma festa tradicional e popular que chegou ao Brasil durante a colonização.




carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. AHistória do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.
palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.
Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. AsSaceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.
O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.
O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.
As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.
Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.
Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Um dia voce aprende



A VERDADEIRA LIBERDADE




Todos ansiamos, desde muito cedo na vida, por mais liberdade. Quando ainda muito jovens, a liberdade é, para nós, essencialmente relacionada à realização de nossos desejos. Queremos fazer tudo, experimentar tudo, sem sermos tolhidos em nossos anseios de descoberta do mundo por quem quer que seja.
Conforme adentramos na idade adulta, aprendemos a nos adequar à maior parte das regras sociais e não podemos transgredi-las ou questioná-las com a mesma ênfase com que confrontávamos nossos pais, pois as conseqüências dessa atitude serão muito mais difíceis de ser enfrentadas. 
À medida que amadurecemos, vamos entendendo que a liberdade é algo muito mais profundo e vivenciado num nível de interiorização que não havíamos imaginado. A liberdade não significa buscar a satisfação pura e simples de nossos desejos, mas a capacidade de nos mantermos fiéis a nós mesmos e a nossos sentimentos, independente do que o mundo tente nos impor.
A verdadeira liberdade consiste em nos libertarmos do aprisionamento do ego e irmos além, alcançando um estado de consciência que nos torna imunes aos sofrimentos determinados por nossa consciência egóica. Orgulho, ciúme, vaidade, medo, desejo de posse, insegurança, ambição desmedida, são todos sentimentos relacionados ao ego e que nos impedem de viver uma vida plena.
A meditação tem um importante papel nesse processo. Através dela, podemos focalizar conscientemente as causas de nossas frustrações e permitir que essas forças negativas se transformem em nossos auxiliares no avanço rumo à nossa verdadeira liberdade.
Em uma das inúmeras palestras que realizou nos Estados Unidos, o Lama Tibetano Chogyam Trungpa Rimpoche descreve desse modo o papel da meditação como instrumento para reconhecermos nossas emoções negativas:
...Meditação não significa tentar alcançar êxtase, felicidade espiritual ou tranqüilidade, nem tentar tornar-se uma pessoa melhor. É simplesmente a criação de um espaço no qual tenhamos condições de expor e desfazer nossos jogos neuróticos, nossas auto-ilusões, nossos temores e esperanças ocultos.
...Portanto, a meditação é um meio de aflorar as neuroses da mente usando-as como parte de nossa prática. Da mesma forma que o adubo, não jogamos nossas neuroses fora, mas as espalhamos em nosso jardim, elas se tornam parte de nossa riqueza.
...O ato de nos tornarmos cada vez mais conscientes das circunstâncias da vida, das emoções e do espaço no qual elas ocorrem, pode nos abrir para uma consciência panorâmica ainda mais ampla. É uma atitude de aceitação fundamental de si mesmo, ao mesmo tempo retendo a inteligência crítica.... Lidar com as emoções deixa de ser um problema. As emoções são como são, nem reprimidas, nem favorecidas, mas simplesmente reconhecidas. ...Portanto, antes de nos relacionarmos com o céu, é preciso nos relacionar com a terra e lidar com nossas neuroses básicas.
Transmutar nosso estado de Ser requer atenção permanente, vontade e disciplina para empreender a jornada. Enquanto permanecermos focalizados no ego, continuaremos vivendo de forma limitada, sem experimentar o verdadeiro sentido da palavra liberdade.
Elisabeth Cavalcante :: 

ACREDITO

“Eu gosto de pessoas inteligentes que enxergam o mundo com humor. Não precisa ser famoso. Tem muitas pessoas em quem eu bato o olho e penso: deve ser legal ser amiga dele. É gente que não carrega o mundo nas costas, que fala olhando nos olhos, que não se leva tão a sério, que é franca na hora do sim e na hora do não. É difícil sacar as qualidades de uma pessoa sem antes conhecê-la, mas intuição existe pra isso. Tenho vários amigos que enriquecem minha vida e se encaixam no meu conceito de "pessoas especiais", mas meu coração é espaçoso e está em condições de receber novos inquilinos...” (Martha Medeiros)

A M I Z A D E

Amizade é sinônimo de confiança, lealdade....liberdade...