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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

JARDINEIRA

Jardineira Oh! jardineira porque estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu? Foi a camélia que caiu do galho, Deu dois suspiros e depois morreu. Vem jardineira! Vem meu amor! Não fiques triste que este mundo é todo seu. Tu és muito mais bonita Que a camélia que morreu. Um excelente Carnaval para todos!

MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES

Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de escolher hora, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate a porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado ou por ser alta noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que, sobretudo, pede um carro a quem não tem com que pagar a receita ou diz a quem chora à porta que procure outro, esse não é medico, é negociante de medicina que trabalha para recolher capital e juros dos gastos da formatura. Esse é um infeliz que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perderá nos vai-e-vens da vida. A nós compete ter nos lábios a sincera resposta, ditada por um coração puro e bem intencionado, que, em chegando a qualquer parte, possa anunciar sua presença com palavras de amor e paz, harmonia e boa vontade, a fim de que nunca venha nossa aproximação de outros irmãos, ou nossa filiação a seus grupos de trabalho ou estudo, a constituir-se em motivo de perturbação e sofrimento. Se vossos olhos se afeiçoarem à contemplação da singeleza e da simplicidade, simples e singelos serão vossos Corações. Um dos aspectos notáveis da evolução espiritual humana é que todos os doentes da alma, à medida que se vão curando, vão se tornando médicos por sua vez. Solidários, seremos união. Separados, seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos. A fraternidade é o hálito de Deus sustentando as criaturas e unindo-as como verdadeiras irmãs. É benção que alenta e consola, quando desaparecem os recursos exteriores incapazes de amparar os sentimentos e sustentar o equilíbrio a ponto de desarmonizar-se. Para que venhamos a receber é preciso dar e dar sempre, com o bem aos outros, para que o bem nos escolte em nosso combate bendito objetivando evitar a vitória do mal, com a vitória do bem que partirá invariavelmente de nós mesmos. (Psicografia de Chico Xavier). Antes de qualquer sondagem das forças psíquicas, no sentido de se lhes apreciar o desdobramento, vale mais a consagração do trabalhador à caridade legítima, em cujo exercício todas as realizações sublimes da alma podem ser encontradas. (Psicografia de Chico Xavier). Quem desejar a verdadeira felicidade há de improvisar felicidade dos outros; quem procure a consolação, para encontrá-la, deverá reconfortar os mais desditosos da humana experiência. (Psicografia de Chico Xavier). Esclarecer para conquistar a Sabedoria e devotar-se ao bem do próximo para alcançar a divindade do amor... A tarefa pede fortaleza no serviço com ternura no sentimento. (Psicografia de Chico Xavier). Antes de cogitarmos do problema de sermos amados busquemos amar, conforme o Amigo Celeste nos ensinou. (Psicografia de Chico Xavier). É preciso, meus filhos, viajarmos dentro de nossa própria alma... Por isto, as nossas chagas interiores só nós mesmos poderemos curá-las. (Psicografia de Shyrlene Campos). Não podeis deixar vos envolver pela soberba, que nos tempos últimos passou a ser uma constante no comportamento de jovens, de crianças e até dos mais idosos. O orgulho está exacerbado pela ascendência do materialismo. Jesus não cessou de combater o germe nefasto da conduta exclusivista, que leva a sociedade à desagregação e a torna vítima de inúmeras doenças de ordem moral e ainda de reflexos a gerar anomalias nos corpos físicos. Perscrutai o vosso mundo olhando-o como um corpo constituído de diversos membros. Verificai como o futuro do homem está cada vez mais incerto. Não podereis sustentar este estado de coisas para sempre, e já colheis na atualidade o fruto amargo do comportamento desregrado. Vede como se multiplicam os cânceres. Observai como a epidemia da AIDS alastra-se por toda a parte. Verificai como ocorre um recrudescimento de enfermidades que haviam sido erradicadas em passado próximo. E, diante de tantos dissabores, como se comporta o homem? Pensa em se melhorar moralmente? Pensa em buscar nos ensinamentos divinos a resposta para tantas dores? Não, absolutamente. O desejo humano é o de gozar os prazeres materiais da melhor maneira possível. Vede como atua a conduta do ser diante do flagelo que se esparrama através da sexualidade desregrada e do uso das drogas injetáveis. (Psicografia de Chico Xavier). Os que estimulam as campanhas publicitárias na mídia do vosso mundo, empurrando jovens e criaturas em vias de perdição para o abismo do sofrimento, não possuem qualquer noção do que seja a existência do Espírito. Preferem admitir as costumeiras e limitadas concepções religiosas que há tanto tempo escravizam esta Humanidade, mantendo-a na condição de inferioridade que a tem caracterizado entre as muitas moradas existentes na casa do Pai Santíssimo. (Psicografia de Chico Xavier). O desencarne material programado – aquele desencarne que é o cessar da prova – é visto no Plano Espiritual com muita alegria por aqueles que se encontram no além. É com muita tristeza quando alguém parte por acidente, por invigilância ou por suicídio, porque sabemos que aí a criatura vai esvaindo o seu fluido vital em grande sofrimento, e não terá toda aquela reparação para se esgotar o fluido vital e ajuda. Esta pessoa, então, ficará colocada à própria sorte, porque se rebelou contra os desígnios divinos, se rebelou contra a dor que ela mesma programou para si. (Psicografia de Shyrlene Campos). Se nós sofremos, se nós choramos, se passamos por testes difíceis, se o desespero nos bate à porta da alma, tudo isto foi conquistado pela nossa vontade, com nossos esforços, com as nossas opções de vida, em decorrência das nossas decisões tomadas em vidas pretéritas.1 (Psicografia de Shyrlene Campos). Em relação àqueles que partiram de uma forma violenta, desajustada ou suicídio, não se deve pensar nas imagens negativas que eles deixaram. Deve-se pensar nos instantes em que eles foram felizes, deve-se pensar em momentos jubilosos, não nos instantes dolorosos, para que eles tenham força e se alimentem dessas energias lenitivas que são emitidas pelo pensamento. (Psicografia de Shyrlene Campos). A grande luta deste momento se travará no país da consciência de cada discípulo de Jesus. As convulsões serão de natureza interna. A batalha mais difícil será a da superação das más inclinações, administrando-as e direcionando-as para o Bem... Não guardemos qualquer ressentimento nem nos deixemos entristecer ou entibiar , quando as forças parecerem diminuídas. (Psicografia de Divaldo Franco). Se não formos capazes de discutir as nossas dificuldades idealistas em clima de paz, de fraternidade, de respeito mútuo, de dignificação dos indivíduos e das instituições, que mensagem podemos oferecer ao mundo e às criaturas estúrdias deste momento? (Psicografia de Divaldo Franco). Existe uma herança muito mais preciosa do que bens materiais: a herança do exemplo, a herança moral, a herança da dignidade. (Psicografia de Shyrlene Campos). O simples fato de desencarnarmos não nos torna pessoas angelicais e, muito menos, nos dá maior mérito por termos deixado a vida carnal. Nós continuamos sendo o que fomos, amando ou desamando, equilibrados ou desequilibrados, com uma gama de sentimentos agravados, às vezes, pela convivência com entidades que estão desencarnadas e que durante o decorrer de toda uma existência foram nossos associados em ações menos felizes ou em ações felizes... Aquilo que vocês fizeram na Terra vocês encontrarão no Plano Espiritual, como uma conseqüência natural dos seus atos. Quem vive bem na Terra, dentro dos padrões morais, tem o respeito da comunidade em que vive. Quem vive desrespeitando a lei e em desatinos terá a reprovação coletiva da comunidade em que vive. Assim também é no Plano Espiritual. Assim como você vive hoje, assim será também a sua vida no plano do além. (Psicografia de Shyrlene Campos). É preciso compreender a necessidade de vigilância para que os perigos não se convertem em desastres e para que a expectativa não se transforme em angústia. (Psicografia de Chico Xavier). Lembremo-nos de que a sementeira é divina e a promessa do amanhã vitorioso cumprir-se-á, apesar dos esforços negativos... Não importa o vento adverso, a tempestade ou a fagulha que destrói; há sempre a flor da Esperança a Luz Divina do Coração Celeste que abençoa, renova, acerta, restaura, aduba, fortifica... Sigamos para diante. Vençamos as dificuldades, estejamos vigilantes em nossos setores de ação, prontos a ratificar, renovar, ajudar. (Psicografia de Maria Cecília Paia). Evangelizemos. Há um grito que ressoa pelo infinito! Pai, socorre-nos! Os tempos são chegados, os corações aflitos pedem amparo, os desesperados suplicam luz. (Psicografia de Maria Cecília Paia). Dificuldades e desafios apresentam-se no Planeta em todas as áreas do conhecimento e do comportamento. As estruturas mal construídas do passado esboroam-se ante o fragor das demolições incessantes. A árvore que não foi plantada pelo Bem é derrubada, e as casas edificadas sobre as areias movediças ruem desastrosamente. Mas a obra do Bem permanece suportando os vendavais, enfrentando todos os desafios... A grande luta deste momento se travará no país da consciência... As convulsões serão de natureza interna. A batalha mais difícil será a da superação das más inclinações, administrando-as e direcionando-as para o Bem. (Psicografia de Divaldo Franco). Abençoai sempre as vossas dificuldades e não as lastimeis, considerando que Deus nos concede sempre o melhor e o melhor tendes obtido constantemente com a possibilidade de serdes mais úteis... Quanto mais compreenderdes os que vos partilham os caminhos humanos, mais respeitados vos encontrareis, de vez que, quanto mais doardes do que sois em benefício alheio, mais ampla cobertura de amparo do Senhor assegurará a tranqüilidade em vossos passos. (Psicografia de Chico Xavier). O mundo está repleto de ouro. Ouro no solo. Ouro no mar. Ouro nos cofres. Mas o ouro não resolve o problema da miséria. O mundo está repleto de espaço. Espaço nos continentes. Espaço nas cidades. Espaço nos campos. Mas o espaço não resolve o problema da cobiça. O mundo está repleto de cultura. Cultura no ensino. Cultura na técnica. Cultura na opinião. Mas a cultura da inteligência não resolve o problema do egoísmo. O mundo está repleto de teorias. Teorias nas escolas filosóficas. Teoria nas religiões. Mas as teorias não resolvem o problema do desespero. O mundo está repleto de organizações. Organizações administrativas. Organizações econômicas. Organizações sociais. Mas as organizações não resolvem o problema do crime. Para extinguir a chaga da ignorância, que acalenta a miséria, para dissipar a sombra da cobiça, que gera a ilusão, para extinguir o monstro do egoísmo, que promove a guerra, para anular o verme do desespero, que promove a loucura, e para remover o charco do crime, que carreia o infortúnio, o único remédio eficiente é o Evangelho de Jesus no Coração humano. (Psicografia de Chico Xavier). Não pisemos as flores do chão... Devemos nos esforçar em conservar a vida, porque assim estaremos conservando nossa própria vida. Não pisemos as flores do campo, porque em todas elas resplandece Deus. (Psicografia de Shyrlene Campos). Fora da caridade não há salvação. (Psicografia de Chico Xavier). Lutai contra o inimigo devorador – a imperfeição – a fim de que tenhais condição, enfim, de acender em vós a Luz da Vida Plena! Lutai, acima de tudo, contra a ociosidade que tenta vos barrar a marcha! (Psicografia de Divaldo Franco). Aquilo que nós pensamos nem sempre corresponde a verdade dos fatos. E nós, quantas e quantas vezes, fechamos as portas abençoadas do auxílio espiritual porque estamos com as portas da alma escancaradas para a sombra, permitindo que haja invasão em nossa mente de tudo quanto polui, macula, agride e fere, não só a elevação de nossas almas, como a integridade psíquica e até física dos nossos semelhantes. (Psicografia de Shyrlene Campos). O verdadeiro amigo é aquele que é capaz de compartilhar com você coisas grandes – a fé, a caridade, a solidariedade. Amigo é aquele que, mesmo sabendo que você errou, é capaz de silenciar o máximo que puder para você jamais perder a auto-estima. Amigo é aquele que, nos instantes de alegria, é capaz de nos abraçar e sorrir unido a nós e levar a notícia dessa alegria para que outros também se alegrem. O amigo é capaz de estar presente no instante em que a gente chora e sofre, mas é capaz também de respeitar a nossa ausência e o nosso silêncio, não impondo confissões nem, em momento algum, que sejamos os portadores de privilégios que ele, na verdade, não deseja conceder. Amigo não é exclusivista, nem egoísta; ele compartilha. Porque amizade é um sentimento muito amplo e muito belo, é um sentimento que se expande de coração para coração, entrelaça as vidas e solidifica os elos de alma. (Psicografia de Shyrlene Campos). Mentalizem-se como grandes antenas do Divino Mestre, em forma humana, a colher os frutos das elucidações do Mundo Espiritual. Essa é uma posição extremamente favorável àquele que se dispõe ao campo da fraternidade. (Psicografia de Francisco de Assis Periotto). Não posterguemos a oportunidade de Servir. (Psicografia de Divaldo Franco). É indispensável manter o Espiritismo tal qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, isto é, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios.2 (Psicografia de Chico Xavier). Busquemos em nosso interior a qualidade melhor que possuímos.3 Aprendamos a garimpar nosso melhor sentimento. (Psicografia de Francisco de Assis Periotto). Apóia teu irmão em crise, atingido pela doença ou pelo desemprego. Uma cesta básica doada, todo o mês, renovará o milagre da multiplicação de pães, feito por Jesus.4 (Psicografia de Chico Xavier). Sejamos um pólo de ligação das forças que atuam pelo Bem não permitindo que as forças do mal adentrem nosso Coração e invadam nosso Espírito. (Psicografia de Francisco de Assis Periotto). Não estamos sozinhos, Espíritos amigos acompanham nossos passos e atendem a nossas carências correspondendo a nossas vibrações.5 (Psicografia de Chico Xavier). Os homens, em sua grande maioria, acusam a violência, mas nada fazem para expulsar as reações violentas dos seus atos. Empregam, constantemente, violência nos seus julgamentos, nas suas palavras, esquecendo-se, apesar de se dizerem cristãos, dos exemplos de mansuetude do Mestre Jesus... O problema do medo e da insegurança reside na falta de compreensão de que o destino de qualquer espírito é evoluir infinitamente para a perfeição.6 (Psicografia de Adde Aguiar de Almeida). Despertai, em definitivo, para o bem, enquanto o tempo urge. Saí da anestesia da ilusão para os patamares da consciência lúcida... Erguei-vos, transformando as vossas queixas em hinos de gratidão e os vossos lamentos em poemas de alegria... Não vos amedronteis. Não desistais. Só há uma alternativa – avançar. (Psicografia de Divaldo Franco). Se a incompreensão testar as vossas resistências, eis que soa a oportunidade da tolerância e o momento da paciência, a fim de ser conquistado o contendor. E, em qualquer circunstância, amai. O amor é a força ciclópica que modela o Universo exteriorizado pelo Pai Criador. Com os sentimentos de amor e de bondade, guiados pela lógica de bronze da Doutrina Espírita, podereis dirigir os passos no rumo do Bem, com segurança, quando tudo aparentemente estiver contra vós.7 (Grifo meu). (Psicografia de Divaldo Franco). O Que Importa Notas o desprezo. O abandono te tortura. Mas o que importa é tua fé. Ouves a calúnia. A falsidade te fere. Mas o que importa é tua verdade. Assistes à revolta. A violência te atinge. Mas o que importa é teu perdão. Observas o orgulho. A arrogância te machuca. Mas o que importa é tua humildade. Reparas a inveja. O despeito te constrange. Mas o importa é tua paz. O importante não é o que os outros pensam, falam ou fazem contigo. O que realmente importa é tua atitude. (Psicografia de Antônio Baduy Filho). O mal não suprime o mal. A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem. (Psicografia de Chico Xavier). Associando paciência e ação, brandura e energia – e às vezes mais energia na brandura – sigamos à frente, convencidos de que o Senhor não nos desampara. (Psicografia de Chico Xavier). Perdoemos as pedras da vida... É na dor do presente que corrigimos as lutas de ontem, acendendo abençoada Luz para o nosso grande porvir. (Psicografia de Chico Xavier). Pensamentos de egoísmo, de incompreensão, de discórdia, de vaidade e de orgulho se entrechocam, à maneira de projéteis invisíveis ao redor de vossa personalidade. Faz-se imperiosa a coragem para que os óbices multiplicados não nos vençam os labores recíprocos. (Psicografia de Chico Xavier). Perseveremos agindo na prática do bem... Perseveremos Servindo... Perseveremos ofertando aos outros o melhor de nós... Perseveremos na serenidade e na elevação... Perseveremos trabalhando e servindo, entendendo e edificando, aprendendo e redimindo... Perseveremos sempre, de modo a nunca desanimarmos na construção do bem... (Psicografia de Chico Xavier).

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Aprendi..

Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seu sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro. Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito. Charles Chaplin

Não Fui

Eu acho que não fui talhada para o amor...acho que não sei amar na verdade, nem como se faz para controlar e lidar com este sentimento!!! Quem me conhece sabe que eu não sou muito de mostrar sentimentos. Simplesmente não gosto que as pessoas conheçam e vejam as minhas fraquezas, não sei mostrar quando caio. Choro sozinha a maior parte das vezes e mostro o meu melhor sorriso até quando por dentro estou partida em dois. Mas quando amo...amo sem regra...sem controle ou amarras. Largo as protecções e baixo os muros, entrego-me como sou...transparente...pura como a água. E fico sempre na esperança que assim como eu o faço a pessoa que está do outro lado entenda...e proteja... e cuide da minha alma... Mas se quem recebe o meu peito o atira ao chão eu simplesmente tenho a certeza que não sei amar...
 Lakshmi

domingo, 23 de fevereiro de 2014

“Grito de alerta”


Primeiro você me azucrina, me entorta a cabeça
 Me bota na boca um gosto amargo de fel
 Depois vem chorando desculpas, assim meio pedindo
 Querendo ganhar um bocado de mel 
Não vê que então eu me rasgo Engasgo, engulo, reflito, estendo a mão
 E assim nossa vida é um rio secando 
As pedras cortando, e eu vou perguntando: até quando? 
São tantas coisinhas miúdas, roendo, comendo Amassando aos poucos com o nosso ideal São frases perdidas num mundo de gritos e gestos 
Num jogo de culpa que faz tanto mal
 Não quero a razão pois eu sei 
O quanto estou errada, o quanto já fiz destruir
 Só sinto no ar o momento em que o copo está cheio
 E que já não dá mais pra engolir 
Veja bem, nosso caso é uma porta entreaberta 
Eu busquei a palavra mais certa 
Vê se entende o meu grito de alerta 
Veja bem, é o amor agitando meu coração 
Há um lado carente dizendo que sim
 E essa vida da gente gritando que não
 Veja bem, nosso caso é uma porta entreaberta 
Eu busquei a palavra mais certa 
Vê se entende o meu grito de alerta 
Veja bem, é o amor agitando meu coração 
Há um lado carente dizendo que sim 
E essa vida da gente gritando que não