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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Exercício para limpar as mágoas do coração

Faça o exercício de imagens mentais sugerido abaixo e permita que uma reprogramação positiva seja gravada em seu inconsciente. Sente num ambiente calmo e tranqüilo. Os pés devem estar firmes no chão, as mãos colocadas sobre as pernas e os olhos fechados do começo ao fim. Seu dedo indicador busca fora os agentes de sua infelicidade. Veja seu dedo indicador acusando as pessoas que lhe fizeram mal. Respire uma vez e veja agora seu dedo indicador abrindo em seu peito um zíper imaginário e retirando para fora o seu coração. Veja este coração envolto numa coroa de espinhos. Retire esta coroa de espinhos e atire-a para o vazio do Universo, sabendo que acabou de tirar de você as magoas e as dores que o mundo lá fora deixou. Volte o seu coração ao lugar dele, feixe o zíper imaginário e aponte seu dedo indicador para a Luz Divina que renova e te ensina a perdoar. Então respire e abra os olhos Repita o exercício por 3 ciclos de 21 dias respeitando um intervalo obrigatório de 7 dias entre cada ciclo. DICA: Para fazer os exercícios com imagens mentais sem ter que ficar lendo ou decorando você pode gravá-los numa fita e apertar o play sempre que quiser faze-los. Desta forma você garante o mesmo comando... Afinal, você sabe que a mente aprende por repetição. Não foi assim que você aprendeu a tabuada?

Nem Sei Se Saudades tem Cor

Não sei se saudade tem cor. Dizem que sim. O que eu sei é que ela tem forma. Tem gosto. Tem cheiro. E peso também. E, acreditem, ela tem asas!!! Se não, como nos transportaria tantas vezes a lugares tão distantes? E sei ainda que ela se agiganta quando mais tentamos diminuí-la. Sei que ela dói de dor intensa e sem remédio. Se não fosse ela, não sei se teríamos consciência do tamanho da importância das pessoas pra gente. Porque quando amamos alguém, a saudade já chega por antecipação, sorrateira, disfarçada de algo que não conseguimos decifrar. É aquela dor fininha de não sei o quê, a angústia boba que nos invade só de imaginar a separação. E a gente fica meio sem saber o que fazer. Mas é assim... é uma dor que gostamos de sentir, um sabor que queremos provar, é algo que não sabemos explicar, mas é quase paupável. É amor disfarçado de muita coisa. São emoções guardadas bem lá no fundo. Saudade... do que foi e do que vai ser. Saudade que nos acompanha pra diminuir a solidão e que nos mostra, sobretudo, que estamos vivos. Aprendi ainda que saudade não mata. É só quase. A gente pensa que vai morrer, mas sobrevive sempre, porque ela traz escondidinha nela uma outra coisa que chamamos de esperança, que nos ajuda a caminhar, porque saudade, como o amor, não é cega, saudade vê mais além.