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sábado, 27 de abril de 2013
FALECEU ONTEM A PESSOA QUE
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa.
A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório.
Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
-Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?
- Ainda bem que esse infeliz morreu!
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros.
Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas.
Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo ...
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO!
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
"SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA ... QUANDO VOCÊ MUDA!
VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.
A vida muda, quando "você muda".
(Luiz Fernando Veríssimo)
sexta-feira, 26 de abril de 2013
ORDEM E AMOR Texto belíssimo de Bert Hellinger
ORDEM E AMOR Texto belíssimo de Bert Hellinger
"O Amor completa-se com o conteúdo das Ordens.
O Amor é água, as Ordens são o seu jarro.
As Ordens são
a terra arrendada,
Permitindo que o Amor flua.
Ordem e Amor cooperam:
Tal como a melodia e suas harmonias,
Assim é o Amor com as suas Ordens.
Tal como nossos ouvidos são arranhados pela dissonância,
Mesmo quando explicada,
Também a nossa alma adapta-se com dificuldade
Ao Amor sem ordem.
Alguns tratam as Ordens como se elas
Fossem opiniões que possamos
Ter ou mudar à vontade.
Mas elas são como são.
Trabalham, mesmo quando não as compreendemos.
Nós não as criamos, descobrimo-las.
"O Amor completa-se com o conteúdo das Ordens.
O Amor é água, as Ordens são o seu jarro.
As Ordens são
a terra arrendada,
Permitindo que o Amor flua.
Ordem e Amor cooperam:
Tal como a melodia e suas harmonias,
Assim é o Amor com as suas Ordens.
Tal como nossos ouvidos são arranhados pela dissonância,
Mesmo quando explicada,
Também a nossa alma adapta-se com dificuldade
Ao Amor sem ordem.
Alguns tratam as Ordens como se elas
Fossem opiniões que possamos
Ter ou mudar à vontade.
Mas elas são como são.
Trabalham, mesmo quando não as compreendemos.
Nós não as criamos, descobrimo-las.
Pedaços de luar
O sol beija o mar e se despede,
Em seu lugar estará em breve a lua.
Refúgio dos solitários,
Encanto dos enamorados…
Pobre lua que do alto ouve as queixas
E talvez entenda de solidão.
Talvez entenda de amor…
Pobre lua que só sabe iluminar o mar.
Seu riso de prata seduz mas não responde
Aos pedidos que lhe fazem os
Solitários e os namorados…
Toda noite é assim, e
Quando o mar novamente acordar,
Haverá apenas pedaços de luar…
Sônia Schmorantz
As carícias e o Iluminado
Chega de viver entre o Medo e a Raiva! Se não aprendermos a viver de outro modo, poderemosacabar com nossa espécie.É preciso começar a trocar carícias, a proporcionar prazer, a fazer com o outro todas as coisas boasque a gente tem vontade de fazer e não faz, porque "não fica bem" mostrar bons sentimentos! No nossomundo negociante e competitivo, mostrar amor é ... um mau negócio. O outro vai aproveitar, explorar,cobrar... Chega de negociar com sentimentos e sensações. Negócio é de coisas e de dinheiro - e pronto!Bendito Skinner - apesar de tudo! Ele mostrou por A mais B que só são estáveis os condicionamentosrecompensados; aqueles baseados na dor precisam ser reforçados sempre - senão desaparecem. Vamosnos reforçar positivamente.É o jeito - o único jeito - de começar um novo tipo de convívio social - uma nova estrutura - ummundo melhor.Freud ajudou a atrapalhar mostrando o quanto nós escondemos de ruim; mas é fácil ver que nósescondemos também tudo o que é bom em nós, a ternura, o encantamento, o agrado em ver, em acariciar,em cooperar, a gentileza, a alegria, o romantismo, a poesia, sobretudo o brincar – com o outro. Tudo temque ser sério, respeitável, comedido - fúnebre, chato, restritivo, contido...Há mais pontos sensíveis em nosso corpo do que estrelas num céu invernal."Desejo", latim de-si-derio; provém da raiz "sid", da língua zenda, significando ESTRELA como se vêem sideral - relativo às estrelas.Seguir o desejo é seguir a estrela - estar orientado - saber para onde se vai - conhecer a direção..."Gente é para brilhar" diz mestre Caetano.Gente é, demonstravelmente, a maior maravilha, o maior playground e a mais complexa máquina neuro-mecânica do Universo Conhecido. Diz o Psicanalista que todos nós sofremos de mania de grandeza,de onipotência.A mim parece que sofremos todos de mania de pequenez.Qual o homem que se assume em toda a sua grandeza natural? "Quem sou eu, primo..." Em vez de admirar, nós invejamos por não termos coragem de fazer o que nossa estrela determina.O Medo - eis o inimigo.O medo principalmente do outro, que observa atentamente tudo o que fazemos - sempre pronto criticar, a condenar, a pôr restrições - porque fazemos diferente dele.Só por isso. Nossa diferença diz para ele que sua mesmidade não é necessária. Que ele também pode tentar ser livre - seguindo sua estrela. Que sua prisão não tem paredes de pedra, nem correntes de ferro. Como a de Branca de Neve, sua prisão é de cristal – invisível..Só existe na sua cabeça. Mas sua cabeça contém - é preciso que se diga - todos os outros - que de dentro dele o observam, criticam, cometem - às vezes até elogiam!Porque vivemos fazendo isso uns com os outros - nos vigiando e nos obrigando - todos contra todos- a ficarmos bonzinhos dentro das regrinhas do bem comportado - pequenos, pequenos. Sofremos de Megalomania porque no palco social nos obrigamos a ser, todos; anões. Ai de quem se salienta - fazendo de repente o que lhe deu na cabeça.Fogueira para ele! Ou V. pensa que a fogueira só existiu na Idade Média?Nós nos obrigamos a ser - todos - pequenos, insignificantes, apesar do grego - melhor ainda. Oligotímicos - sentimentos pequenos - é o ideal ...Quem é o iluminado?No seu tempo, é sempre um louco delirante que faz tudo diferente de todos. Ele sofre,principalmente, de um alto senso de dignidade humana - o que o torna insuportável para todos os próximos- que são indignos.Ele sofre, depois, de uma completa cegueira em relação à "realidade" (convencional) que ele não respeita nem um pouco. Ama desbragadamente - o sem-vergonha. Comporta-se como se as pessoas merecessem confianca, como se todos fossem bons, como se toda criatura fosse amável, linda, admirável.Assim ele vai deixando um rastro de luz por onde quer que passe.Porque se encanta, porque se apaixona, porque abraça com calor e com amor, porque sorri e é feliz
Neste crepúsculo de tarde
Neste crepúsculo de tarde
Sou alma delicada, memória que viaja.
Passos traçados… a traçar…
Degraus silenciosos, pretensiosos,
Querendo o céu ainda azul abraçar…
Respiro a tarde, a vida,
Escuto o murmúrio do mar,
A infinita água onde o sol vem se esconder.
Gaivotas percorrem ilhas, tudo é magia,
Calmaria e volúpia…
Rumor do vento, orla do mar,
Viaja pensamento, secreto solar,
Beija a espuma, adormece nas dunas…
Sente minha alma,
O silêncio que plana,
A brisa que embala,
O azul que desmaia,
O sol que se esconde,
A noite que chega.
E dorme também …
Sônia Schmorantz
Dê um afago
Dê-me um afago ....
Você já observou que às vezes tem necessidade de um abraço,
de um carinho, ou mesmo de que alguém o pegue no colo?
Harlow, em "Amor em filhotes de macacos", relata uma
experiência em macacos recém-nascidos que o levaram à conclusão
de que: "A estimulação tátil é tão importante quanto o alimento no
desenvolvimento dos comportamentos.
Essas experiências foram realizadas colocando cada
macaquinho frente a duas mães substitutas, sendo que uma era de
arame e outra de pano.
Essas foram algumas das observações de Harlow: os
macaquinhos afeiçoaram-se à mãe de pano e ainda que a
mamadeira estivesse no peito da mãe de arame, os símios somente
saciavam sua fome e logo depois voltavam para a mãe de pano.
Quando na gaiola era colocado um estímulo que produzia
medo, os macaquinhos corriam para a mãe de pano; junto à mãe de
pano, o macaquinho se sentia mais seguro para arriscar-se e
explorar o meio ambiente, mesmo na presença de um estímulo de
medo.
Um macaquinho quando criado em solidão apresentava um
quadro muito grave, evitava todo contato social, parecia sempre
muito amedrontado, tinha uma postura de encolhimento e de
abraçar-se a si mesmo.
Se esse quadro durasse mais um ano, tornava-se praticamente
irreversível. A estimulação tátil, além de significar algo gostoso,
afetuoso e propiciar sensação de proteção e segurança, fornece
material para o indivíduo criar uma identidade
ROBERTO SHINYASHIKI
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